
Nesse fim de semana uma amiga me mostrou um curta super legal sobre comportamento,
e por coincidência a pouco tempo estávamos discutindo o nosso comodismo,em como aceitamos tudo de errado que acontece todos os dias em nossas vidas como algo normal.Faz parte da rotina.
Pense em tudo que você aceita numa boa,está errado e você considera normal do dia-a-dia...
Por exemplo,eu tenho verdadeiro pavor de flanelinhas.É claro que existem aquelas pessoas que são cadastradas pela prefeitura,são trabalhadores, e tem aqueles que abusam,ameaçam o seu carro e por medo você aceita a EXTORSÃO! Isso mesmo,extorsão! os caras te obrigam a pagar,você não contratou os serviços dele,não precisa de ninguém pra ficar "olhando" o seu carro,mas a gente paga para o infeliz NÃO destruir o seu carro.
Fico indgnada ,o cara não estava lá quando você estacionou,mas quando você volta tem lá um maluco desconhecido que ainda EXIGE o valor que a gente tem que pagar,muitas vezes de forma agressiva e ameaçadora...Puta que pariu,né? estacionou,fez a merda da baliza com a maior dificuldade num lixo de vaga apertada e ainda tem que pagar um cara que não tava ali quando você chegou! Sem contar os que te obrigam a pagar quando você chega..."_fortalece os 10 conto aeeeê trutaaa!"
na volta não tem ninguém vigiando porra nenhuma e se você for azarado seu carro também não vai estar lá...
Tem também aquelas desagradáveis situações em que ao parar no sinal,de repente vem aquele jato d'água suja e cheia de espuma,que deixa o seu pára-brisa todo manchado... _ "aí irmão,fortalece um troco ai pra nóis".
E mais uma vez você paga por algo que não pediu.Você né,porque eu arranco e largo ele lá falando sozinho!
Quantas coisas mais a gente aceita sem perceber? e as soluções para elas,alguém consegue sugerir?
EXTORSÃO : A conduta é constranger (coagir, obrigar,) e deve ser praticada mediante violência (física contra a pessoa) ou grave ameaça (promessa de causar mal sério e verossímil). O constrangimento deve ser para coagir a fazer (certa coisa), tolerar que se faça (obrigar a permitir) ou deixar de fazer (não fazer).

